São Lourenço de Sande é uma freguesia portuguesa do concelho de Guimarães, com 2,67 km² de área e 1 306 habitantes (2001). Densidade: 489,1 hab/km².
O Conde de Agrolongo nasceu no lugar da Bouça, no dia 14 de de Fevereiro de 1853.
Castro proto-histórico, a sua linha muralhada contorna uma área com mais de 35 casas. O cimo do monte é coroado por penedos onde se podem observar círculos concêntricos e covinhas insculpidas. (Monumento Nacional)
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
SÂO MARTINHO DE SANDE
São Martinho de Sande é uma freguesia portuguesa do concelho de Guimarães, com 3,42 km² de área e 2 880 habitantes (2001). Densidade: 842,1 hab/km²
Ordenação heráldica do brasão e band
Armas - Escudo de vermelho, pano de muralha de ouro, realçado de negro e firmado nos flancos, acompanhado em chefe por uma grelha de prata e, em campanha, por pandeireta do mesmo, com guizos de ouro. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: “ SANDE – S. LOURENÇO - GUIMARÃES “.
São Martinho de Sande é uma freguesia portuguesa do concelho de Guimarães, com 3,42 km² de área e 2 880 habitantes (2001). Densidade: 842,1 hab/km²
SAO JOAO BAPTISTA DE AIRAO
São João Baptista de Airão é uma freguesia portuguesa do concelho de Guimarães, com 2,82 km² de área e 886 habitantes (2001). Densidade: 314,2 hab/km².
segunda-feira, 12 de abril de 2010
S PAIO
São Paio é uma freguesia portuguesa do concelho de Guimarães, com 0,37 km² de área e 3 920 habitantes (2001). Densidade: 10 594,6 hab/km². IGREJA DE S DOMINGOS-História institucional: É um dos mais antigos conventos fundados em Guimarães. Segundo Frei Luís de Sousa, na história de S. Domingos, a então vila de Guimarães, no ano de 1270, convidou os dominicanos a fundarem uma casa conventual. Com esse fim, chegam à vila em Dezembro quatro religiosos dominicanos, entre os quais o Prior de S. Domingos do Porto, tendo reunido com as pessoas mais notáveis da vila e do povo, na capela de S. Tiago na Praça, sendo-lhes ali concedida a licença para a fundação, demarcando-se-lhe um local perto da porta da vila, junto à Torre da Nossa Senhora da Piedade, hoje no Toural à entrada da Rua da Rainha.
Com esmolas e ajudas compram casas e quintas, começando a obra junto ao muro novo, em 1271, no reinado de Afonso III, concluindo-se oito anos mais tarde. No entanto, em 1323, D. Dinis manda derrubar o convento, devido ao perigo que podia acarretar para a defesa da vila, como se comprovou aquando da rebelião do Infante D. Afonso, que quase conquistou a vila aproveitando-se da vizinhança do seu muro de defesa.
INFANTAS
Infantas é uma freguesia portuguesa do concelho de Guimarães, com 6,07 km² de área e 1 932 habitantes (2001). Densidade: 318,3 Quinta de Corujeiras tem uma área de cerca
de 60 ha, num cenário priveligiado e genuíno de
PortugalReferências a esta quinta remontam ao séc XIIl nomeadamente nas Inquisições régias de D
Afonso III. Desde meados do Séc. XV, tem sido ao
longo de gerações, o Solar da Família Noronha e
Menezes, descendente do Marquês de Vila Real,
D. Pedro de Menezes, 1.º Governador de Ceuta;
por volta de 1620, o seu 4º neto, D. Bartolomeu de
Noronha e Menezes, moço fidalgo da Casa Real e
Cavaleiro da Ordem de Cristo, reformou a velha
casa medieval, mandando erigir a actual casa
senhorial de traça renascentista, imóvel palaciano
de dimensões invulgares para a épocaEsta quinta situada no norte de Portugal, a cerca
de 7 km da cidade de Guimarães, insere-se num
cenário bem característico da provinda do Minho;
dominando um vale de um verde luxuriante, em
que os pinhais das encostas, alternam com os
campos de milho e as taladas de vinha.
sábado, 10 de abril de 2010
S SEBASTIAO
São Sebastião é uma freguesia portuguesa do concelho de Guimarães, com 0,45 km² de área e 1 949 habitantes (2001). Densidade: 4 331,1 hab/km². É uma freguesia urbana, formada por ruas já muito antigas (Largo do Toural, Rua de Camões, Rua Dr. Bento Cardoso, Caldeiroa) e por novos arruamentos (S. Francisco, Av. D. João IV).
O Convento de São Francisco de Guimarães, convento masculino da Ordem dos Frades Menores, foi fundado em 1216 por iniciativa da passagem em Portugal de frades franciscanos que aqui vieram pregar. Já no século XIV, os frades receberam a faculdade de pregarem nas igrejas, dedicando-se ao mesmo tempo aos cuidados dos doentes nos hospitais e dos leprosos nas gafarias. A guerra entre o rei D. Dinis e seu filho D. Afonso em 1322, obrigou o monarca a mandar destruir o convento para melhor defender a cidade. O convento só foi reconstruído no início do século seguinte. Actualmente é propriedade privada, a igreja está afecta ao culto. Situa-se na Alameda da Resistência ao Fascismo.
Fábrica de Curtumes da Ramada
Actividade ancestral, e que no concelho de Guimarães mergulha as suas raízes na Idade Média, a indústria de curtumes desde cedo ocupou uma zona específica da cidade que, sintomaticamente, tomou o nome de "Ribeira de Couros". A necessidade de água com abundância ao longo do processo produtivo e, por outro lado, a poluição e os maus cheiros resultantes desta actividade fizeram, com efeito, com que as tradicionais e antigas fábricas de curtumes de Guimarães se estabelecessem ao longo de um pequeno curso de água, afluente do Ave, então às portas da cidade.
A zona da ribeira de Couros possui não só a importância histórica e patrimonial decorrente da ancestralidade e especificidade da sua actividade, sendo elemento incontornável da Memória desta região, mas possui também uma interessante particularidade legislativa: é que esta zona foi classificada como Imóvel de Interesse Público em Julho de 1977, no que constituiu a primeira iniciativa do género realizada em Portugal em torno da arqueologia industrial.
Embora se sugira uma visita a todo o conjunto da ribeira de Couros, a Rota do Património Industrial do Vale do Ave destaca a Fábrica de Curtumes da Ramada, um exemplo significativo em plena laboração, desta actividade multicentenária, onde será possível contemplar mais de perto as diversas etapas desta indústria que, em muitas das suas fases, se reveste ainda de indiscutíveis características manufactureiras.
Igreja Dos Santos Passos, sita no Largo República do Brasil por muitos anos denominado «Campo da Feira», teve origem numa pequena Capela que, à época invocava Nossa Senhora da Consolação e pertença da Real Irmandade de Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos, fundada em finais do século XVI, que através do auxilio de Irmãs Hospitaleiras criou um asilo que “recolhia pobres da Vila” e inicialmente situado numas casas junto ao tanque e sabe-se que em paralelo eram ministrados, ao tempo, a instrução primária, costura e bordados e “apoiado pelas esmolas públicas e quotas dos subscritores da Irmandade”.A Igreja é de estilo “barroco”, com uma fachada monumental e redonda, com profusa cantaria, com escadaria de acesso em granito e à época ladeada pelas imagens também elas em granito de São Tiago e São Batorlomeu e na fachada azulejos em berço com a Paixão de Cristo. No interior ao longo de profunda nave, 14 (catorze) quadros emoldurados representando a Via Sacra, em gravuras policromadas francesas do século XVIII, com altares laterais e as imagens do Senhor dos Passos, de Nossa Senhora das Dores, do Coração de Jesus, da Sagrada Família, de São Gualter e São Judas Tadeu e na parte inferior destas duas últimas, imagens “tumulares” de Santo Fortunato e do Senhor Morto. Na capela-mor um retábulo de forma clássica, geométrico e linear, pintado a imitar os mármores e os retábulos posteriores são do estilo “clássico” com janelas e sanefas de estilo “rococó”. Ao longo dos tempos a Igreja sofreu, por várias vezes, obras de conservação, acabando por receber novos painéis de vitrais, assim como um magnífico “carrilhão” que hoje se faz ouvir para gáudio de todos nós vimaranenses e de referir a colocação em meados do século XIX de um “pára-raios” que havia de ser o primeiro instalado em Guimarães e na sacristia uma riquíssima imagem de Nossa Senhora das Dores ou da Piedade.
Com o crescimento do culto a Senhor dos Passos a Irmandade à época, mandou construir e instalou 7 (sete) “capelas” ou “oratórios” denominados de “passos” ou “estações” de devoção à Via Sacra dos quais hoje restam 5 (cinco) espalhados pela cidade representando e localizadas “Jesus cai sob o peso da cruz” no Largo República da Brasil, “Jesus encontra sua Mãe” na Rua Alfredo Guimarães “Cireneu ajuda Jesus” na Rua de Santa Maria, “Jesus despojado das vestes” no Largo da Misericórdia e “Jesus com as mulheres de Jerusalém” no Largo Martins Sarmento, encenações em riquíssima arte sacra deveras apreciadas pelas turistas que nos visitam e a pouco menos de dois anos de Guimarães – Capital Europeia da Cultura e a ter em conta, a necessitarem e a exigirem por motivos óbvios, o seu devido restauro.
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